Saber como precificar a locação de equipamentos é o que separa a locadora que lucra da que só gira dinheiro. O preço precisa cobrir os custos, remunerar o investimento e ainda fazer sentido pro mercado.

O que entra no preço

  • Depreciação do equipamento: ele perde valor com o uso. A locação precisa devolver esse capital ao longo da vida útil.
  • Manutenção: revisão, peças e reparos. Equipamento que dá mais trabalho precisa de preço maior.
  • Ocupação esperada: um item que fica parado boa parte do mês precisa render mais por dia locado pra se pagar.
  • Custos fixos: galpão, equipe, energia — rateados na operação.
  • Mercado: o que a concorrência cobra é o teto que o cliente aceita.

Tabela por período

O padrão do setor é cobrar por diária, semana, quinzena e mês — com desconto progressivo conforme o prazo aumenta. A lógica: prazos longos garantem ocupação, então compensam um valor por dia menor.

Regra prática: a semana costuma sair por volta de 5 diárias, e o mês por volta de 15 a 20 diárias. Ajuste conforme a demanda do seu equipamento.

Erros que corroem a margem

  • Precificar só "olhando o concorrente", sem conhecer o próprio custo.
  • Não revisar preços quando manutenção e depreciação sobem.
  • Dar desconto no detalhe e perder a conta no total.

Preço bom precisa de número bom. Acompanhar os indicadores da locadora e o giro de cada item mostra onde dá pra subir o preço e onde dá pra baixar pra girar mais.

Tabela de preços por período, sem planilha

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